Na Trilha com Aline

As Melhores Dicas e Vídeos de Trilhas

Quem são Elas? O que elas pensam? Mulheres OffRoad!

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Conheça mais sobre esse estilo de vida.

A ARTE DE PILOTAR MOTOS x  QUALIDADE DE VIDA

Foi realizada uma entrevista online com algumas mulheres que vivem um estilo de vida: saudável? Alternativo? Ou perigoso? O que elas pensam?

É emocionante ler as respostas de cada garota offroad, demonstrando como sua paixão pelas motos tem um lado positivo na vida pessoal. Um esporte que vem conquistando o coração da mulherada! Mulher que curti moto é outro nível??!!!

Vamos conferir as pérolas de cada princesa do braaaappp

         Entrevistamos algumas pilotos de diferentes estados, com 4 perguntas, que revelarão um estilo e um esporte que cresce a cada dia mais entre as mulheres:

Por que a moto offroad ?

Mora: Alagoas - Paripueira Modalidade off road: Trilha, Velocross e Motocross

Laudicéia Lamenha/ Paripueira- Alagoas – Modalidade: Trilha, Velocross e Motocross

Laudicéia Lamenha (Pimenta) 

R: Escolhi a moto off road por paixão a primeira vista! Costumo falar “que não escolhemos a moto, a moto que escolhe agente”. A partir do momento no qual subimos em nossas motos, ela nos muda, nos torna mais felizes, é encorajador.

 

 

 

 

 

Minas Gerais - Diamantina Modalidade: Enduro, trilha, crosscountry

Fabíola Lima /Diamantina – MG/ Modalidade: Enduro, trilha, crosscountry

Fabíola Lima

R. Essa é minha paixão desde a infância sou apaixonada por moto! Pra mim é um esporte super radical. Amo tudo isso. É uma adrenalina tão boa de estar sobre duas rodas não tem nem palavras, me entrego totalmente ao esporte sem pensar no perigo!

 

 

 

O que te leva a praticar um esporte de risco tão alto?

 

Samyra Araujo Macápa- Laranjal do Jari Modalidade: Trilha

Samyra Araujo /Laranjal do Jari – Macápa – Modalidade: Trilha

Samyra Araujo Pela beleza e desafios pessoais”.

 

Laudicéia Lamenha (Pimenta)O que me motiva? Caraca, sem dúvida minha Fé”.

Clarissa Cordeiro

R. Sempre gostei de coisas perigosas. De experiências novas e o que me motiva é sentir essa adrenalina “gostosa” de pilotar essas máquinas perfeitas, conhecendo lugares maravilhosos, passar por caminhos onde nunca imaginei passar. Isso sim! É prazeroso pra mim! Desafiar meus limites e mostrar que a mulherada também é capaz de passar por lugares que muitos duvidam.

 

Aconselharia outras mulheres a praticarem trilha de moto?

 

Santa Catarina Nova Veneza

Kerolin Damiani/ Nova Veneza- Santa Catarina/ Modalidade: Trilha

Kerolin Damiani

R. Aconselharia sim! Porque a sensação de liberdade e prazer que se tem quando está pilotando uma moto é fantástica, e mais fantástico ainda é poder estar no meio a natureza, fazendo parte dela, podendo ver como é a vida fora das ruas cheias de carros. Na trilha sempre superamos obstáculos em ótima companhia; em uma trilha saudável sem disputas sempre há brincadeiras e companheirismo, conseguimos também superar os nossos limites pessoais, mostrando para nós mesmas que somos capazes, que não somos o sexo frágil, que temos garra e determinação para alcançar o que sempre desejamos; e quando não chegamos ao resultado esperado não tem problema porque sempre haverá mais um sábado para tentarmos de novo, e de novo. “A trilha une as pessoas trazendo amizades e muitos ensinamentos que serão levados pra vida toda”.

Rio de Janeiro Rio Bonito. Modalidade: trilha, motocross, trilha, velocross

Clarissa Cordeiro/ Rio Bonito- RJ/ Modalidade: trilha, motocross, velocross

 

Clarissa Cordeiro

R. Concerteza! Quanto mais mulheres nas trilhas mais valorizadas elas serão e assim nas corridas também. Isso valoriza mais nossa categoria.

 

 

 

 

 

 

 

 

Cleide Ricardo Morrinhos- GO

Cleide Ricardo Morrinhos- GO/ Modalidade: trilha, crosscountry,

Cleide Ricardo

R. Aconselho a todas as mulheres a praticarem esse esporte sim! Na trilha não tem stress além de ser muito divertido, tem muito companheirismo, muitas risadas muita adrenalina.Basta querer que  você consegue!”

Eu sou um exemplo, não sabia andar de moto, aprendi na trilha e hoje subo morros que muitos homens não conseguem! Então fica a dica somos capazes sim!

 

 

 

 

 

Luiza Rezende Uberlândia MG, Modalidade: Trilha, Cross e Country

Luiza Rezende/ Uberlândia – MG/Modalidade: Trilha, Cross e Country

Luiza Rezende

R. Recomendo sim, observo que muitos trilheiros que já estiveram conosco sempre disseram da vontade que tinham para que a esposa se interessasse pelo esporte! Eu recomendo, pois o companheirismo entre os cônjuges nas aventuras dos finais de semana estreitam ainda mais o relacionamento, no respeito e na união.

Laudicéia Lamenha (Pimenta)

R. Claro que incentivo as mulheres no esporte. Depois que comprei minha moto, em um treino, em São Lourenço da Mata – PE , tinha algumas meninas na qual elas diziam me admirar, e que tinham vontade de correr e de fazer trilha,  havia domingo que era minha moto pra 4 a 5 meninas,  era o que eu podia fazer para incentivar! Assim como outras meninas as quais me inspiro a  Alanne Lopes; Janaina; Mailhane

 

 

Qual é sua dica “ouro” para quem está iniciando?

Clarissa Cordeiro

R. E para quem está iniciando nunca desistir de nada só porque é difícil. Acredite que você pode! Conte com Deus sempre e o resto é detalhe.

Luiza Rezende

R. Para as meninas que possuem interesse em começar a andar, a dica inicial é para que não sintam vergonha! Até hoje levo uns tombos de vez em quando e todos são aprendizados. E não desistir nunca!!!  Quem começa nunca mais quer parar!!!

 

Luiza: “é importante para as garotas que estão pensando em iniciar: não sintam vergonha”.

 

Depois que começou a praticar o esporte (offroad) com o seu cônjuge o que mudou no seu relacionamento?

“Esse assunto merece destaque”
Família da Fabíola - Diamantina - MG

Família da Fabíola – Diamantina – MG

Fabíola Lima

R. Meu esposo também é um apaixonado pelas motos e trilhas. Depois que começamos a andar juntos nossa vida mudou completamente, ele me apoia em tudo o que faço no mundo offroad, somos mais felizes e nos entendemos bem melhor! A minha família tem sido mais unida e nosso filho de 7 anos Matheus já está indo para as trilhas e pista!

Cleide e Rildo, casal de Morrinhos - GO

Cleide e Rildo, casal de Morrinhos – GO

Cleide Ricardo

R. Além de ser um esporte gostoso” contagiante, você tem o prazer de fazer tudo isso com a pessoa que mais ama! O relacionamento se torna melhor, até porque estaremos mais juntos e no final de cada trilha temos sempre muitas risadas e muitas histórias pra contar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Samyra Araujo e Mauricio casal de Macapá

Samyra Araujo e Mauricio casal de Laranjal do Jari – Macápa

Samyra Araujo

Conheci meu marido no Rally e rolou o amor, compartilhamos juntos as trilhas, apesar de ser uma iniciantes quero que o esporte também tenha a graça feminina. Braaaapp!

 

 

 

 

 

Luiza e Davi casal de Uberlândia - MG

Luiza e Davi casal de Uberlândia – MG

Luiza Rezende

Quando conheci meu marido ele não sabia nada de motos, então apresentei a trilha e de cara ele se apaixonou! Viajamos para vários lugares à procura de trilha juntos, e hoje somos uma família bem unida graças ao gosto e companheirismo!

 

 

 

 

 

Depoimentos

 

Família da Luiza / Morrinhos - GO

Família da Luiza / Morrinhos – GO

Luiza Rezende

Meus pais possuem loja Moto Peças e meu irmão é ex piloto de Motocross, hoje ele também pratica trilha. Tenho contato com moto desde meus 7 anos. Porém, meu pai não deixava que eu praticasse o esporte. Quando já estava na faculdade foi quando começei a praticar a trilha, depois de muita insistência com meu pai para ele levar eu e minha mãe. Nosso relacionamento familiar se estreitou bastante, pois hoje Pais e Filhos andam juntos!

 

 

 

Mãe e filha (Cleide e Luiza) Morrinhos -GO

Mãe e filha (Cleide e Luiza) Morrinhos -GO

 

 

Laudiceia Lamenha

Laudicéia Lamenha/ Paripueira- Alagoas

Laudicéia Lamenha (Pimenta)

Comecei a gostar do esporte não tinha incentivo, não tinha apoio,  e o pior não tinha moto. E recorri ao meu pai.

Eu: Pai me da uma moto?

Pai: mas pra quê moto se você nem sabe andar?

Eu: mas eu aprendo!

Pai: não vou te dar!

Eu já tava com idade de trabalhar, sai de casa e fui morar em Recife, pra trabalhar e conseguir minha moto.

Comecei correndo, minha primeira corrida em Caruaru, mês de abril se não me falhe a memória,  não sabia ligar uma moto,  mas eu tinha aquela força de vontade dentro de mim, e fui, meti a cara, corri com uma lander, nossa horrível. Logo nos treinos tomei um  tombo que ate a calça rasgou. Dai então pensei em parar, mas ainda existia aquela força maior dentro de mim, e continue lutando.

Corria em moto emprestada,  sempre buscando me surpreender e me superar, em 2015 no mês de agosto fui fazer uma visita ao meu pai, que me surpreendeu dando me uma ajuda de custo para comprar minha moto, chorei de felicidades, jamais imaginaria que ele ia me ajudar! Então comecei  uma historia de amor com minha moto “Olivia” apelido carinhoso que dei para minha maquina. Hoje estou com a graça de Deus a cada dia me superando nas trilhas e nas pistas.

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